Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens
sábado, 20 de outubro de 2012
U
http://issuu.com/1490/docs/u_23_20_08_2012?mode=window&pageNumber=2
http://www.dailygood.org/more.php?n=5215
terça-feira, 31 de julho de 2012
A História da Filosofia Ocidental”( 1945) de Bertrand Russell
v
www.livrosavoltadomundo.blogs.sapo.pt
terça-feira, 27 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
3
http://issuu.com/magnouere/docs/advogado_-_john_grisham/3
http://issuu.com/magnouere/docs/advogado_-_john_grisham?mode=window&pageNumber=2
quarta-feira, 14 de março de 2012
pausa para viajar
Oliveira com mais de 2000 anos, proveniente do Alentejo, aquando da inundação dos olivais pela Barragem do Alqueva. Foi adquirida pela Fundação Berardo da Madeira.
http://pausaparaviajar.blogspot.com/2009_08_01_archive.html
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
R_S
«A "Salazar" pretende “explorar um conceito que nunca se explorou em Portugal” e, com isso, divertir os leitores.»
É o nome de uma nova revista de Cultura, Artes e Ideias.
http://www.salazar.com.pt/
http://issuu.com/salazarmag/docs/salazar1
É o nome de uma nova revista de Cultura, Artes e Ideias.
http://www.salazar.com.pt/
http://issuu.com/salazarmag/docs/salazar1
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Open Culture
"O site Open Culture é um fenomenal sítio onde se disponibiliza conteúdos culturais de forma totalmente gratuita e livre. Lá podemos ler livros, ouvir músicas, ver vídeos, aprender línguas ou saber mais sobre tecnologia, literatura ou filosofia.
No que toca ao cinema, no site já estavam disponíveis os filmes de Alfred Hitchcock, Orson Welles ou clássicos do género Cinema Negro. Agora estão também disponíveis os filmes integrais da filmografia de Andrei Tarkovski. Os filmes só podem ser vistos em streaming (ou seja, online) e não podem ser descarregados. Mas isso é o menos. O que interessa é que qualquer pessoa pode ver as obras-primas do cineasta russo na íntegra e de forma gratuita."
via
http://ohomemquesabiademasiado.blogspot.com/2012/02/todos-os-filmes-de-tarkovski-online.html
No que toca ao cinema, no site já estavam disponíveis os filmes de Alfred Hitchcock, Orson Welles ou clássicos do género Cinema Negro. Agora estão também disponíveis os filmes integrais da filmografia de Andrei Tarkovski. Os filmes só podem ser vistos em streaming (ou seja, online) e não podem ser descarregados. Mas isso é o menos. O que interessa é que qualquer pessoa pode ver as obras-primas do cineasta russo na íntegra e de forma gratuita."
via
http://ohomemquesabiademasiado.blogspot.com/2012/02/todos-os-filmes-de-tarkovski-online.html
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Entrevista - H C
http://www.portugalbologna2012.com/
http://www.portugalbologna2012.com/#Entrevista-a-Henrique-Cayatte-Designer-ilustrador-e-professor
domingo, 29 de janeiro de 2012
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
http://twitter.com/#!/taizze
"Ler Kafka é um exercício angustiante, que exige do leitor a perseverança de segui-lo em suas narrativas cheias de aporias que parecem ter abandonado a esperança há bastante tempo, enquanto usa dessa desesperança para arrastar o leitor para enxergar a existência de um prisma bastante estarrecedor.
O autor tcheco teve uma vida atribulada pela relação complicada com o pai, pela acabrunhante e monótona vida de trabalhador com rotina, exigências e repetições esvaziadas de sentido; e, relacionamentos cheios de idas e vindas (com direito a dois noivados fracassados [com a mesma mulher!]). Quando se olha a partir da vivência de Kafka e sua experiência em relação à humanidade, suas narrativas e seu pessimismo fatalista não chocam mais tanto, mas um novo tipo de choque sobre nós se abate: que as condições que tornaram Kafka o que ele foi não são lá tão diferentes das que nós vivemos hoje em dia.
Há de se convir que muita coisa aconteceu no mundo desde as primeiras décadas do século XX, não há como negá-lo; entretanto, por outro lado, havemos de convir que há muito de kafkiano em nossa realidade, basta sabermos enxergar seus contornos e detalhes sombrios para entender porque o autor é tido, ao lado de Joyce e Proust, como um dos mais importantes escritores do século XX.
Um Artista da Fome, coletânea que reúne os contos Primeira dor; Uma mulher pequena; Josefina, a cantora (ou O povo dos camundongos) além daquele que lhe dá título é um ótimo exemplo desse mal-estar e intranqüilidade mórbida que o autor nos causa. São pérolas (essa talvez não seja a comparação mais adequada para a obra kafkiana, mas relevem-na) que exprimem o sentimento do autor perante o seu tempo, as contradições experimentadas todos os dias em sua conturbada vida.
Um artista da fome narra o declínio dos jejuadores, como sua arte deixou de ser admirada e celebrada conforme o tempo foi passando. Os jejuadores, que chegavam a passar 40 dias sem comer, eram admirados pelas pessoas que se colocavam ao seu redor para procurar entender o que os movia. Kafka, porém, vai além, e investiga os motivos existenciais que levava esses artistas da fome a quase morrerem de inanição. A renúncia deles não era somente física, mas espiritual: não achando algo que os apetecesse nesse mundo, decidiam privar-se de alimento, vivendo em um quase-transe por longos períodos.
Josefina, a cantora ou O povo dos camundongos apresenta aspectos ligeiramente diferentes de grande parte da obra de Kafka, parece haver pequenas réstias de luz se infiltrando sorrateiramente pela narrativa lúgubre, mesmo que por curto espaço de tempo. Ao se referir às tentativas de assobio e canto de Josefina com certa simpatia e usando como foco narrativo a primeira pessoa do plural, o autor causa um certo impacto, pois conceber-se como parte de algo, com uma visão não tão permeada de aporias como é comum de suas obras, coloca novas (e interessantes) percepções em vista.
Mas penso que A Construção seja, nessa edição, o texto mais emblemático. Modesto Carone chama esse conto de “testamento literário” de Kafka. A Construção é realmente contundente, dá para imaginar Kafka escrevendo aquilo e sentindo-se tão sufocado quanto o narrador (que parece uma toupeira ou algo semelhante, visto que não temos confirmação de tal).
Conhecemos uma criatura que vive sob a terra em túneis e esconderijos escavados. Porém, mais do que habitar, a confusão de túneis deve proteger seu morador, o qual não consegue relaxar um minuto sequer, visto que se preocupa todo o tempo com invasores, desmoronamentos, ataques súbitos etc. Isso faz com que a criatura esteja sempre escavando, planejando, desenvolvendo estratégias, alargando ou estreitando túneis, criando artimanhas para sua paranoia.
A intranquilidade e a tensão constante marcam o ritmo, deixando a narrativa perturbadora, sempre vigilante. Assim Kafka construía suas histórias, e quem sabe a construção (constantemente ameaçada) seja uma grande metáfora para sua obra, quiçá sua própria vida. A narrativa rascante, lacônica e fria do autor não quer definir prontamente, quer justamente deixar o leitor como a criatura da construção: em constante desconforto claustrofóbico, tentando dar inteligibilidade ao texto a seu modo, deslindando possibilidades ocultas."
Um Artista da Fome/A Construção
Tradução de Modesto Carone
120 páginas
via
http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/
http://www.amalgama.blog.br/
http://rizzenhas.com/lista-de-livros/
"Ler Kafka é um exercício angustiante, que exige do leitor a perseverança de segui-lo em suas narrativas cheias de aporias que parecem ter abandonado a esperança há bastante tempo, enquanto usa dessa desesperança para arrastar o leitor para enxergar a existência de um prisma bastante estarrecedor.
O autor tcheco teve uma vida atribulada pela relação complicada com o pai, pela acabrunhante e monótona vida de trabalhador com rotina, exigências e repetições esvaziadas de sentido; e, relacionamentos cheios de idas e vindas (com direito a dois noivados fracassados [com a mesma mulher!]). Quando se olha a partir da vivência de Kafka e sua experiência em relação à humanidade, suas narrativas e seu pessimismo fatalista não chocam mais tanto, mas um novo tipo de choque sobre nós se abate: que as condições que tornaram Kafka o que ele foi não são lá tão diferentes das que nós vivemos hoje em dia.
Há de se convir que muita coisa aconteceu no mundo desde as primeiras décadas do século XX, não há como negá-lo; entretanto, por outro lado, havemos de convir que há muito de kafkiano em nossa realidade, basta sabermos enxergar seus contornos e detalhes sombrios para entender porque o autor é tido, ao lado de Joyce e Proust, como um dos mais importantes escritores do século XX.
Um Artista da Fome, coletânea que reúne os contos Primeira dor; Uma mulher pequena; Josefina, a cantora (ou O povo dos camundongos) além daquele que lhe dá título é um ótimo exemplo desse mal-estar e intranqüilidade mórbida que o autor nos causa. São pérolas (essa talvez não seja a comparação mais adequada para a obra kafkiana, mas relevem-na) que exprimem o sentimento do autor perante o seu tempo, as contradições experimentadas todos os dias em sua conturbada vida.
Um artista da fome narra o declínio dos jejuadores, como sua arte deixou de ser admirada e celebrada conforme o tempo foi passando. Os jejuadores, que chegavam a passar 40 dias sem comer, eram admirados pelas pessoas que se colocavam ao seu redor para procurar entender o que os movia. Kafka, porém, vai além, e investiga os motivos existenciais que levava esses artistas da fome a quase morrerem de inanição. A renúncia deles não era somente física, mas espiritual: não achando algo que os apetecesse nesse mundo, decidiam privar-se de alimento, vivendo em um quase-transe por longos períodos.
Josefina, a cantora ou O povo dos camundongos apresenta aspectos ligeiramente diferentes de grande parte da obra de Kafka, parece haver pequenas réstias de luz se infiltrando sorrateiramente pela narrativa lúgubre, mesmo que por curto espaço de tempo. Ao se referir às tentativas de assobio e canto de Josefina com certa simpatia e usando como foco narrativo a primeira pessoa do plural, o autor causa um certo impacto, pois conceber-se como parte de algo, com uma visão não tão permeada de aporias como é comum de suas obras, coloca novas (e interessantes) percepções em vista.
Mas penso que A Construção seja, nessa edição, o texto mais emblemático. Modesto Carone chama esse conto de “testamento literário” de Kafka. A Construção é realmente contundente, dá para imaginar Kafka escrevendo aquilo e sentindo-se tão sufocado quanto o narrador (que parece uma toupeira ou algo semelhante, visto que não temos confirmação de tal).
Conhecemos uma criatura que vive sob a terra em túneis e esconderijos escavados. Porém, mais do que habitar, a confusão de túneis deve proteger seu morador, o qual não consegue relaxar um minuto sequer, visto que se preocupa todo o tempo com invasores, desmoronamentos, ataques súbitos etc. Isso faz com que a criatura esteja sempre escavando, planejando, desenvolvendo estratégias, alargando ou estreitando túneis, criando artimanhas para sua paranoia.
A intranquilidade e a tensão constante marcam o ritmo, deixando a narrativa perturbadora, sempre vigilante. Assim Kafka construía suas histórias, e quem sabe a construção (constantemente ameaçada) seja uma grande metáfora para sua obra, quiçá sua própria vida. A narrativa rascante, lacônica e fria do autor não quer definir prontamente, quer justamente deixar o leitor como a criatura da construção: em constante desconforto claustrofóbico, tentando dar inteligibilidade ao texto a seu modo, deslindando possibilidades ocultas."
Um Artista da Fome/A Construção
Tradução de Modesto Carone
120 páginas
via
http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/
http://www.amalgama.blog.br/
http://rizzenhas.com/lista-de-livros/
Kafka, Franz - O Castelo
Kafka, Franz - O Castelo
"Este romance forneceria uma das chaves para a compreensão da crise actual da humanidade. Em nenhum outro lugar conseguiríamos encontrar uma descrição que evocasse melhor o absurdo e a alienação. o dilaceramento interior e a solidão, o desamparo e a desorientação do nosso modo de vida."
in "O Esssencial é Invisível" , Eugen Drewermann, (pág 11)
http://pt.scribd.com/doc/49284425/Kafka-Franz-O-Castelo
"Este romance forneceria uma das chaves para a compreensão da crise actual da humanidade. Em nenhum outro lugar conseguiríamos encontrar uma descrição que evocasse melhor o absurdo e a alienação. o dilaceramento interior e a solidão, o desamparo e a desorientação do nosso modo de vida."
in "O Esssencial é Invisível" , Eugen Drewermann, (pág 11)
http://pt.scribd.com/doc/49284425/Kafka-Franz-O-Castelo
O Desespero Humano
Kierkegaard - Diario de Um Sedutor, Temor e Tremor, O Desespero Humano
http://pt.scribd.com/doc/7607080/Kierkegaard-Diario-de-Um-Sedutor-Temor-e-Tremor-O-Desespero-Humano
http://pt.scribd.com/doc/7607080/Kierkegaard-Diario-de-Um-Sedutor-Temor-e-Tremor-O-Desespero-Humano
Subscrever:
Comentários (Atom)